2020, O MELHOR ANO PARA SER UM SOBREVIVENCIALISTA

2020 foi um ano que que ficou na história de cada um de nós, privação da liberdade e das escolhas, instinto de sobrevivência e o continuo estado de alerta e sem falar nas nossas perdas. O que aprendemos desse ano que passou? O que 2020 deixou de aprendizado para nós? Que tipo de pessoa você vai ser daqui pra frente? Nesse vídeo eu vou falar sobre o que eu aprendi nessa pandemia e que pretendo levar pro resto da vida, fica no vídeo.

Sem dúvidas 2020 foi um ano desafiador para muitos, mas cada um decidiu enfrentar esse desafio da sua maneira. Eu ao enfrentar uma crise (e olha que já foram muitas) sempre preferi focar nas soluções e nas oportunidades que ela trás e como muitos fizeram nessa pandemia.

Como toda crise, portas foram fechadas, mas outras foram abertas, e quem soube aproveitar as oportunidades que essa crise trouxe, com certeza não sentiu todos os desafios que ela impôs ou pelo menos viu com outros olhos. Como diz o velho ditado, "enquanto uns choram, outras vendem lenços", mas não é sobre isso que vamos.

Eu como um preparador e sobrevivencialista, vi três instintos se destacarem nessa pandemia que foram: instinto de liberdade, instinto de sobrevivência e o instinto protetor, e isso ficou muito evidente quando nos foi tirado o direito de ir e vir, o direito de escolha, não estou falando que o confinamento foi errado, pelo contrário, foi sim, necessário. Estou falando quando é nos tirado algo muito importante e que nos define como o direito de escolha.

A escolha é o que movimenta a nossa evolução como pessoa, é ela que nos dá a sensação de liberdade e que estamos no comando da nossa vida. E sim, existe uma satisfação quando podemos escolher entre sair e ficar em casa, tomar uma cerveja no bar ou no shopping, encontrar os amigos ou nos reunir com a família. Quando nosso livre-arbítrio é restringido, nos sentimos frustrados, começamos a nos revoltar contra aquilo, como vimos acontecer em vários países que tiveram grandes protestos contra o isolamento e contra o uso de máscaras.

Então vem a pergunta: como podemos viver sem ter o poder da escolha? Essa é uma pergunta difícil de ser respondida, mas ai entra o segundo instinto que se destacou nessa pandemia, a sobrevivência. Temos um incrível instinto de sobrevivência e uma ilimitada capacidade de adaptação.

Todos nós fomos impactados com a privação de nossos direitos mais essenciais, o que nos fez colocar em ação o nosso lado mais primitivo, instintivo, fazendo o possível para escapar de ameaças, nos defender e garantir a nossa própria sobrevivência em meio a crise. E vimos isso quando a população começou a correr aos supermercados, farmácias e lojas de conveniências, para estocar comida, água, remédios, máscaras e álcool em gel.

E isso nos leva ao terceiro instinto que ficou em evidência nesse ultimo ano, o instinto protetor. Se por um lado colocamos em ação o nosso lado mais primitivo e instintivo, e nos preocupamos em estocar suprimentos, foi para proteger as pessoas que amamos e garantir a sua sobrevivência. Revemos os nossos conceitos, tanto no que diz respeito ao financeiro, na segurança e principalmente na parte da saúde, percebemos como somos importantes como provedores, como pai ou mãe, e da importância de nos proteger para não ficamos doentes e nem trazer a doença para casa. Vi pais e mães se afastarem de seus filhos, e filhos se afastarem de seus pais idosos por que estavam doentes e não queriam trazer a doença para casa.

Vi também, muitas famílias começando a plantar seus próprios alimentos em pequenas hortas no quintal de casa e começando criações de animais como galinhas, peixes e coelhos para suprir as suas necessidades, ou parte dela.

Eu aprendi em 2020 a importância da minha liberdade, só nos damos conta o como é importante o simples fato de ir e vir, quando perdemos esse direito, o direito a escolha, o direito de tomar a decisão, ai começamos a dar mais valor ao que deixamos pra depois, ao que deixamos de fazer quando tínhamos a oportunidade, quando podíamos fazer.

Eu aprendi também o quanto somos fortes e adaptáveis, o como nosso lado primitivo sempre vem tona quando o nosso instinto de sobrevivência chama, quando a nossa vida esta em risco ou quando a vida dos nosso estar em risco, somos uma espécie extremamente protetora e isso é o que nos define.

Mas a batalha diária continua, a vida não para, o vírus continua por ai, e pelo que parece vai continuar por mais algum tempo sendo uma ameaça. E você, o que você aprendeu desse 2020? O que essa pandemia trouxe de aprendizado para você? Compartilha com a gente ai nos comentários.


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